A TERRA É UM SÓ PAÍS

Bem aventurado é o lugar, a casa e o coração e bem aventurado o refúgio, a caverna ou o vale, a terra e o mar, o prado e a ilha, onde se haja feito menção de Deus e celebrado o Seu louvor. -----------------------Bahá'u'lláh ---------------------

segunda-feira, agosto 15, 2005

E agora vou para a praia... Posted by Picasa

5 Comentários:

  • Às 3:28 AM , Anonymous Washington Araújo disse...

    É isso. Os peixes, os golfinhos sabem das coisas. Existem duas coisas que não podemos mudar: o passado e as outras pessoas. Mas podemos nos mudar e dar atenção ao presente e ao futuro... beijos.

     
  • Às 2:56 PM , Blogger Elfo disse...

    ‘Deus’, como chamavam ao emigrante português, estava morto e os anos de “terror e medo”, numa pequena aldeia do centro de França, tinham chegado ao fim. Era domingo.

    De acordo com a edição de ontem do jornal francês ‘Libération’, as três mulheres terão passado todo o dia de domingo, 14 de Agosto, a preparar a morte de Manuel Fonte-Rebelo. Decidiram drogá-lo e escolheram as armas: uma faca de cozinha, uma picareta e um colher de pedreiro – as duas últimas pertenciam ao emigrante português.

    De acordo com os advogados das três mulheres, o pedreiro português era “um tirano, que as privava de tudo”. “Proibia-as de falar com os vizinhos, de sair à rua sozinhas. Agredia-as”, conta o advogado de Francine, a mulher. O advogado de Cinthia – a rapariga de 17 anos, filha de Francine e enteada do português – conta que a sua cliente era violada desde há um ano. Melina, de 15 anos, filha do casal, era forçada a massajar o pai.

    Francine, Cinthia e Melina, diz um dos advogados ao ‘Libération’, decidiram que o terror não podia continuar. “Elas queriam claramente acabar com o clima de terror que, alegam, ele criava no seio da família. Foi uma ideia das três e as três participaram na acção”, diz a procuradora de Valence, principal cidade da região administrativa de Drôme.

    A morte ficou marcada para a hora de jantar de domingo, dia 14 de Agosto. Os três filhos mais novos do casal – duas raparigas de 13 anos e dez anos e um rapaz de sete anos – estavam a dormir.

    Os soporíferos estavam prontos. A mulher e as filhas colocaram-nos no vi

     
  • Às 3:01 PM , Blogger Elfo disse...

    Vais me desculpar mas o meu comentário adapta-se perfeitamente ao teu post.

     
  • Às 9:22 AM , Blogger Maria Lagos disse...

    Infelizmente esta é uma das situações em que se fica perplexo...tanto sofrimento junto ocasionado por uma só pessoa, como é possível? O que se passava na cabeça delas para não o denunciarem e resolverem acabar com ele em ver de o entregarem à polícia? A situação á absolutamente horrivel para esta é mais uma prova das violências domésticas sofridas até à medula e que não são denunciadas pelo MEDO e depois? a solução encontrada pelas três em julgamento conjunto é aceitável? Eu compreendo o horror e até o medo, mas chegar até ali? Significará provavelmente que elas não tinham a certeza de ele vir a ser punido? Há muito pouca informação para se poder fazer juizos de valores, mas que é uma situação horrível com um fim trágico para todos é. É um pesadelo!

     
  • Às 11:21 PM , Blogger Gustavo Almeida disse...

    Olá!!

    Metamorfoseamo-nos para nos melhorar-mos, para evoluirmos, para nos reconstruirmos, cada vez mais justos e belos, embora infinitamente imperfeitos...

     

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